Can i fight this feeling?
Can i make me get through all of this without any scratch?
Walk a path that I don’t want to?
At this time I can’t forget all the moments u made me feel safe
All the moments u hold me in u’r arms and made me believe that I’m not alone
Alone in my silence u always hear me
I’ve felt u’r warm hand on my shoulder
More than one time
Even when I couldn’t see u
But I need u to stay here
I’m not fine
I never was
I can’t fake anymore something I never felt
This weekend I’ll be with u
And I know u wouldn’t judge me
U understand me like no other
But I’m not prepared to walk by myself yet
I need u to help me
Just one more day
Just one more step
Just one more…
sexta-feira, 11 de abril de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Caminho para o castelo
Percorri tantas vezes o mesmo caminho sem saber onde me iria levar, mesmo assim e, mesmo perdendo-me às vezes, continuo a caminhá-lo, à espera que ele me leve onde quero chegar!
Por incrível que pareça não consigo desistir deste caminho que, cada vez me parece mais escuro e infinito.
Não percebo como me pude sujeitar a tal caminhada quando antes de a inicar já sabia que não me iria levar a lado nenhum.
Já caí tantas vezes mas mesmo assim levanto-me e continuo.
Tenho os joelhos esfolados, o coração e a alma cansada, mas continuo.
Sempre continuo, porque algo me diz que um dia vou encontrar o fim, vou conseguir perceber finalmente porque continuei a caminhar mesmo quando chorava, quando acreditava que o melhor era desistir e mesmo assim não o fazia.
Encontrei tantas flores pelo caminho, cada uma mais especial que as outras.
Para não as perder guardei algumas pétalas.
De vez enquando tiro-as do bolso e toco-as, cheiro-as.
Recorda-me tudo o que passei, e gosto dessa sensação.
Também encontrei pedras, muitas pedras.
Todas elas me cairam em cima, tentaram que desistisse.
Em vez disso peguei-lhes e guardei-as.
No fim desta caminhada irei juntá-las, construir um castelo e cobri-lo com as pétalas.
Será o meu castelo de recordações.
Olharei para trás e este caminho já fará sentido, parecerá pequeno e feliz.
E eu...serei feliz!
Por incrível que pareça não consigo desistir deste caminho que, cada vez me parece mais escuro e infinito.
Não percebo como me pude sujeitar a tal caminhada quando antes de a inicar já sabia que não me iria levar a lado nenhum.
Já caí tantas vezes mas mesmo assim levanto-me e continuo.
Tenho os joelhos esfolados, o coração e a alma cansada, mas continuo.
Sempre continuo, porque algo me diz que um dia vou encontrar o fim, vou conseguir perceber finalmente porque continuei a caminhar mesmo quando chorava, quando acreditava que o melhor era desistir e mesmo assim não o fazia.
Encontrei tantas flores pelo caminho, cada uma mais especial que as outras.
Para não as perder guardei algumas pétalas.
De vez enquando tiro-as do bolso e toco-as, cheiro-as.
Recorda-me tudo o que passei, e gosto dessa sensação.
Também encontrei pedras, muitas pedras.
Todas elas me cairam em cima, tentaram que desistisse.
Em vez disso peguei-lhes e guardei-as.
No fim desta caminhada irei juntá-las, construir um castelo e cobri-lo com as pétalas.
Será o meu castelo de recordações.
Olharei para trás e este caminho já fará sentido, parecerá pequeno e feliz.
E eu...serei feliz!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Apenas umas simples flor...
Com pétalas me acho ferida, na pele que impossivel de trespassar se encontra rasgada.
Que espinho é este que tanto fere sem ser de ferro e trespassa a pele de pedra?!
Um espinho como este não deveria pertencer a uma flor.
As flores deveriam ser bonitas, sensíveis, deveriam maravilhar tudo e todos com a sua suavidade.
Espinhos como estes pesariam na leveza de uma flor.
Mas ferem sim.
Às vezes mesmo até sem tocar.
Um toque numa pele em que nada entra em que nada deveria entrar.
Foi criada para isso, para que como muralha impeça aquilo que fere de entrar.
Se o espinho entrou e rasgou foi porque a muralha se desfez, esperando sentir as pétalas da mesma flor de ferro.
Pétalas que quando molhadas pela chuva parecem brilhar como as estrelas do céu.
Não deveria existir flor tão bela e mortal.
Não deveria ferir uma pele que nem de pedra deveria ser.
Deveria deixar sentir todas as pétalas de todas as flores do mundo.
Deixar sentir todas as lágrimas de cristal que por estas pétalas caem todas as manhãs.
Não deveria ser pele mas sim flor.
Flor com pétalas, com lágrimas de cristal mas, sem espinhos.
Só uma simples flor...
Não deveria ser pele mas sim flor.
Flor com pétalas, com lágrimas de cristal mas, sem espinhos.
Só uma simples flor...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Acreditar na mentira
Acreditar que tudo melhora quando nenhum indício de que isso pode acontecer há, é pura e simplesmente ilusão!
Ilusão verdadeira de pura mentira, aquela que insisti em criar em mim.
Nenhuma verdade incerta me pode arrancar algo que sinto que verdadeiro é.
Dor verdadeira, dor mentirosa, dor que atormenta a minha alma e me faz acreditar naquilo que pensei que já não acreditava.
Agora sim a mentira piedosa a que me impus aparece e me mostra a verdade que insisti em não ver.
Agora sim vejo aquilo que parecia não estar à mostra.
Porque me escondia eu das evidências quando elas apenas existem para me mostrar a pura verdade?!
Talvez queira eu não ver a verdade, prefira uma mentira negra e cada vez mais dolorosa.
Serei então apenas mais uma pessoa que gosta de se auto infligir a dor?!
Será que não consigo me fazer acreditar de que há algo mais que dor?!
Que pessoa tão ingénua pode acreditar que sofre constantemente porque o fazem por nós, quando apenas nós o podemos fazer?!
Acreditar em perder-me na verdade verdadeira.
Talvez aprenda a querer vê-la, a querer vivê-la.
Talvez!
Ilusão verdadeira de pura mentira, aquela que insisti em criar em mim.
Nenhuma verdade incerta me pode arrancar algo que sinto que verdadeiro é.
Dor verdadeira, dor mentirosa, dor que atormenta a minha alma e me faz acreditar naquilo que pensei que já não acreditava.
Agora sim a mentira piedosa a que me impus aparece e me mostra a verdade que insisti em não ver.
Agora sim vejo aquilo que parecia não estar à mostra.
Porque me escondia eu das evidências quando elas apenas existem para me mostrar a pura verdade?!
Talvez queira eu não ver a verdade, prefira uma mentira negra e cada vez mais dolorosa.
Serei então apenas mais uma pessoa que gosta de se auto infligir a dor?!
Será que não consigo me fazer acreditar de que há algo mais que dor?!
Que pessoa tão ingénua pode acreditar que sofre constantemente porque o fazem por nós, quando apenas nós o podemos fazer?!
Acreditar em perder-me na verdade verdadeira.
Talvez aprenda a querer vê-la, a querer vivê-la.
Talvez!
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Mundo
Qual mundo aquele que me faz perder onde nunca me encontrei.
Serei eu apenas uma sombra que caminha esperando encontrar a minha figura humana?!
Não mais, em mim, se encontrará uma força crescente, de encontrar o que é certo da forma mais errada possível.
Não quererei eu continuar algo que, não continua por razão inesperada que já se conhecia.
Agora nada mais há a fazer que esperar.
Talvez um dia a minha sombra, caminhante errante de uma vida transparente, se encontre por entre histórias desumanas de humanidade perdida.
Talvez ela encontre aquilo que pensava ter perdido sem alguma vez ser dela.
Nenhuma desconfiança certa pode magoar aquele que nem a certeza se o é, tem.
Razão alguma me poderá dar para voltar a acreditar mas, também não o quererei porque, agora sim tenhu a certeza daquilo que pensava não conhecer.
Apenas conhecimento quer esta sombra, nada mais que isso pois teme que se mais que conhecimento houver tudo aquilo que tem certeza se dissipará e ja nada haverá para acreditar!
Serei eu apenas uma sombra que caminha esperando encontrar a minha figura humana?!
Não mais, em mim, se encontrará uma força crescente, de encontrar o que é certo da forma mais errada possível.
Não quererei eu continuar algo que, não continua por razão inesperada que já se conhecia.
Agora nada mais há a fazer que esperar.
Talvez um dia a minha sombra, caminhante errante de uma vida transparente, se encontre por entre histórias desumanas de humanidade perdida.
Talvez ela encontre aquilo que pensava ter perdido sem alguma vez ser dela.
Nenhuma desconfiança certa pode magoar aquele que nem a certeza se o é, tem.
Razão alguma me poderá dar para voltar a acreditar mas, também não o quererei porque, agora sim tenhu a certeza daquilo que pensava não conhecer.
Apenas conhecimento quer esta sombra, nada mais que isso pois teme que se mais que conhecimento houver tudo aquilo que tem certeza se dissipará e ja nada haverá para acreditar!
sábado, 9 de fevereiro de 2008
sozinha na noite
Perdida no meu canto, escondo um mundo que, só meu, se faz sentir só.
Nunca pensaria ser algo assim, um ser negro que percorre caminhos longos e escuros, caminhos que sem partida não vêem um fim.
Será este o caminho certo a seguir? Ou apenas um atalho para um sitio que sem querer apareceu à minha frente?
Este ser que dor transborda mas, que alegria mostra, esconde-se de todos os outros, revive um passado ausente com um futuro ainda mais inexistente.
Pudera ser algo que não sou, acreditar em algo que jamais fretará a minha mente!
Percorre àguas tremendas que bem fundo me afunda para jamais vir a superficie.
Não me prendas em nenhures quando a ausência de lugar se apresenta a minha frente.
Estarei neste mundo a vida inteira até que um ser transparente me agarre e me tire desta mente, suja e cançada de viver quando apenas vive para sofrer!
Nunca pensaria ser algo assim, um ser negro que percorre caminhos longos e escuros, caminhos que sem partida não vêem um fim.
Será este o caminho certo a seguir? Ou apenas um atalho para um sitio que sem querer apareceu à minha frente?
Este ser que dor transborda mas, que alegria mostra, esconde-se de todos os outros, revive um passado ausente com um futuro ainda mais inexistente.
Pudera ser algo que não sou, acreditar em algo que jamais fretará a minha mente!
Percorre àguas tremendas que bem fundo me afunda para jamais vir a superficie.
Não me prendas em nenhures quando a ausência de lugar se apresenta a minha frente.
Estarei neste mundo a vida inteira até que um ser transparente me agarre e me tire desta mente, suja e cançada de viver quando apenas vive para sofrer!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
sentir a dor
Bem que se pode tentar apagar a dor que alguém nos fez sentir mas, e lamento dizer, isso é coisa que nem os Deuses podem fazer!
A dor é inevitável à vida! É o unico sentimento que nos pode dizer se ainda estamos ou não vivos!
Será uma dor eterna?! Talvez! Sei apenas que nos faz sentir todos os dias as piores pessoas ao cimo da terra! Passo a vida a esconder aquilo que sinto às pessoas que mais bem me querem! Até a mim o faço! Entao?! Serei ou não a pior pessoa que existe?! Talvez sim, talvez não, talvez esta dor, toda esta confusão que sinto aqui dentro se dissipe um dia qualquer e eu nem dê por isso. Ou talvez se mantenha comigo toda a minha vida! Vá destruindo aos poucos e poucos aquilo que sou, aquilo que poderia vir a ser!
Só quero deixar de sentir isto! Deixar de acreditar naquilo que um dia me fizeram acreditar, que não valho nada, que sou apenas mais uma, que nunca poderei ser feliz!
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